É engraçado falar isso, mas não me sinto mais atormentada por medos que já me consumiram outrora. Sei do meu lugar em minha vida e prezo por perpetuá-lo quando me ocupo comigo mesma de forma intensa e apaixonada. Não é a companhia que me traz derradeira felicidade, embora exista certeza de que boas companhias são essenciais para cultivar o sorriso nos lábios. A alegria tem que vir de dentro, e pra buscá-la basta-me a consciência de que ela exista.
Existem percalços na vida de todos, humanos e pecadores aos olhos de alguns. Movimentados pelo destino, ficamos à mercê de façanhas, mas elas não são de tudo surpresas. A surpresa existe, mas o sentimento sincero a revela de forma sutil sempre que se faz necessário preparar o coração para sua chegada. Vendo isto, viver parece até fácil. Mas é claro que sabemos que não o é.
É estranho me ver falar disso, mas há uma paz dentro de mim que anseia por se materializar nas palavras. É a paz que a liberdade, o sentir-se satisfeita e sem temores me proporcionam. Talvez me sinta uma emulsão de homem e mulher, composta de forma dolorosa e complementar, mas inteira, sem busca da outra metade, apenas consciente da necessidade de que, além de feliz, preciso carregar meu sorriso em todas as etapas por percorrer.
Ter minha vida por minhas mãos, e graças a Deus e minha família, feita à minha maneira, escrava apenas da liberdade que procuro.
29 março 2007
boas lembranças
26 março 2007
...
Algo normal e incrível: tornar-se escravo de sua própria consciência.
Contruímos pelas próprias idéias os conceitos de certo e errado, então por que tornar-se escravos destes conceitos? Se ele nos tira o sono, por que não os modificamos para assim obter a tranqüilidade? Não obstante, é esperado que nossa consciência faça de seus portadores indubitavelmente seus prestadores de conta, sendo esta a forma que ela tem pra dominar nossas vidas, deixando que soframos ao contrariá-la.
Contruímos pelas próprias idéias os conceitos de certo e errado, então por que tornar-se escravos destes conceitos? Se ele nos tira o sono, por que não os modificamos para assim obter a tranqüilidade? Não obstante, é esperado que nossa consciência faça de seus portadores indubitavelmente seus prestadores de conta, sendo esta a forma que ela tem pra dominar nossas vidas, deixando que soframos ao contrariá-la.
06 março 2007
Diferença Induzida
Que tal falar sobre aquilo que nunca dá certo? É tão interessante! Vamos, já o fez outras vezes, só mais essa. Vamos andando, cada um do jeito que preferir. Fala o que vier em sua cabeça, mas tem que estar no assunto em pauta: O que deu errado.
O método é simples: Você relata o fato catastrófico e depois se justifica, fala do quanto se esforçou, de como não teve culpa. E isso do jeito que quiser: é você quem manda.
Agora é minha vez: Eu vou contar o mesmo fato, ou outro se for o caso, mas do meu modo, dando meus exemplos e detalhes, e logo em seguida... Bom, eu não vou me justificar. Hoje eu acordei diferente. Estou a fim de falar do pouco que me esforcei, do que não deixei de fazer e de que realmente não estou triste pelo acontecido.
Mas...
O método é simples: Você relata o fato catastrófico e depois se justifica, fala do quanto se esforçou, de como não teve culpa. E isso do jeito que quiser: é você quem manda.
Agora é minha vez: Eu vou contar o mesmo fato, ou outro se for o caso, mas do meu modo, dando meus exemplos e detalhes, e logo em seguida... Bom, eu não vou me justificar. Hoje eu acordei diferente. Estou a fim de falar do pouco que me esforcei, do que não deixei de fazer e de que realmente não estou triste pelo acontecido.
Mas...
Vai, é sua vez. O que vem à sua mente? Vamos reclamar dos fatores exógenos, em como o destino contribuiu para que tudo se desenrolasse assim. Do tempo curto, da alta complexidade, da vez passada que estava mais fácil de fazer bem feito, mas não fez por motivos tais... Motivos e motivos... Não teve culpa, houve motivos. Fala do quanto aprendeu, do quanto carrega de bagagem em seu banco de dados. Fala que não é justo, que capaz você é. Fala, por que eu...
Bom,
Eu fico te ouvindo e vendo o quanto somos diferentes. Não acho que tenho feito o máximo. Fiz o que foi possível levando-se em conta todo o resto. Não estou triste comigo mesma. É uma pena que o tempo passasse de uma forma diferente pra mim. Não que o tempo seja curto, mas é tumultuado. Estava difícil? Não, foram até mais complacentes desta vez. Quem falhou fui eu, assim como já falhei diversas vezes na vida. Já os fatores exógenos, eles sempre irão contribuir para nossa queda, não os considere tão relevantes. Temos que treinar para não cair. Mas chorar? Ah... Não por tão pouco. Serviu para que fique menos presunçosa.
Eu fico te ouvindo e vendo o quanto somos diferentes. Não acho que tenho feito o máximo. Fiz o que foi possível levando-se em conta todo o resto. Não estou triste comigo mesma. É uma pena que o tempo passasse de uma forma diferente pra mim. Não que o tempo seja curto, mas é tumultuado. Estava difícil? Não, foram até mais complacentes desta vez. Quem falhou fui eu, assim como já falhei diversas vezes na vida. Já os fatores exógenos, eles sempre irão contribuir para nossa queda, não os considere tão relevantes. Temos que treinar para não cair. Mas chorar? Ah... Não por tão pouco. Serviu para que fique menos presunçosa.
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